César! Fulge mais luz nas saudades do povo.
Há nos hinos plebeus — mais alma nacional,
Quando a mão do Senhor ergue dum germe novo
A virtude e o saber em fronte imperial.

Aqui; se o vês curvado ao sol da majestade,
Não é que o ceguem mais os velhos europeis;
É que fulge a realeza em céu de liberdade,
E abraça a liberdade — a tradição dos réis.

Tu, que voltas do mar aos cânticos do Norte,
Tu, que vens embalado aos hinos do país,
Podes e deves crer no público transporte,
Como dias de luz que o povo te prediz;

A ti, que tens por norma a história do passado,
Como através do tempo — a inspiração de Deus!
E que sabes de fé que um Cáucaso elevado
Nem sempre é neste mundo o fim dos Prometeus.

Bem-vindo! diz-te o povo, e a frase poderosa
É como que fervente e tríplice ovação;
Ouve-a tu, que possuis um anjo por esposa,
Por mãe a liberdade e um povo por irmão!