César! Fulge mais luz nas saudações do povo,
Há nos hinos plebeus — mais alma nacional
Quando a mão do Senhor ergue, dum germe novo,
A virtude e o saber em fronte imperial.

Aqui, se o vê curvado ao sol da majestade,
Não é que o ceguem mais os velhos ouropéis;
É que fulge a realeza em céu de liberdade
E abraça a liberdade — a tradição dos reis.

Tu, que voltas do mar aos cânticos do Norte,
Tu que vens embalado aos hinos do país,
Podes e deves crer no público transporte
Como dias de luz que o povo te prediz;

A ti, que tens por norma a história do passado,
Como através do tempo — a inspiração de Deus,
E que sabes de fé que um Cáucaso elevado
Nem sempre é neste mundo o fim dos Prometeus.

Bem-vindo! Diz-te o povo e a frase poderosa
É como que fervente e tríplice ovação.
Ouve-a tu, que possuis um anjo por esposa,
Por mãe a liberdade e um povo por irmão!