A kiss, un  baiser,  un  bacio para a terra que o acolheu. Assim quis nosso Stefan Baciu saudar o Rio antigo e seu.

Não muito antigo, mas trint’anos tecem uma quase eternidade.
Entre danos e desenganos, resta porém a claridade

(ou a penumbra) de lembrar em surdina dias e gentes, muito doce, bem devagar.
E as coisas tornam-se presentes.

Jornal e bonde e mortadela comida à pressa, num minuto. Contra a sorte cinz’amarela,
a Poesia: último reduto.

Praias e ondas do Havaí, pulsando ao sol e ao vento vário, não nos tiram Baciu daqui: carioca ele é, mais que honorário.