A castidade com que abria as coxas e reluzia a sua flora brava.
Na mansuetude das ovelhas mochas, e tão estreita, como se alargava.

Ah, coito, coito, morte de tão vida, sepultura na grama, sem dizeres.
Em minha ardente substância esvaída, eu não era ninguém e era mil seres

em mim ressuscitados. Era Adão, primeiro gesto nu ante a primeira negritude de corpo feminino.

Roupa e tempo jaziam pelo chão.
E nem restava mais o mundo, à beira dessa moita orvalhada, nem destino.