EU VIM de infinitos caminhos,
e os meus olho choveram lúcido pranto
pelo chão.

Quando é que frutifica, nos caminhos infinitos,
essa vida, que era tão viva, tão fecunda,
porque vinha de um coração?

E os que vierem depois, pelos caminhos infinitos,
do pranto que caíu dos meus olhos passados,
que experiência, ou consôlo, ou prémio alcançarão?