Naquele vaso fúnebre de argila
é que o feroz guerreiro, audaz outrora,
valente e altivo – encarquilhado agora,
na paz da morte aos poucos se aniquila.

Do extinto lume aceso na pupila
foi-se-lhe a vida; inanimado embora,
o seu olhar a solidão devora
numa explosão de cólera tranquila.

Jazem-lhe aos pés os seus troféus. Grosseiro
cocar de plumas marca-lhe o compasso
do rude canto bárbaro e guerreiro.

Rija a cerviz apruma-se arrogante,
como ainda outrora no combate, e o braço
a clava empunha, válido e possante.